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Em 18 de Maio de 1991, no Salão Nobre do Sport Lisboa e Benfica, num Almoço de Convívio, reúnem-se mais de 240 profissionais desta Força Policial, os quais fundam a Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima e Cabos-de-Mar, hoje denominada apenas de Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima, por força do Estatuto Profissional, aprovado em 21 de Setembro de 1995 e que veio a extinguir os Cabos-de-Mar, integrando-os na Polícia Marítima. Os objectivos que nessa altura nortearam a criação desta associação, mantém-se, ou seja, dotar a Polícia Marítima de um Comando Autónomo, fora de qualquer estrutura Militar, e com Autonomia Administrativa. Podemos assegurar que esta é a nossa mais antiga reivindicação, e assumida como principal objectivo da nossa luta. Acreditamos que alcançado este objectivo, tudo o resto ocorrerá com naturalidade. A Publicação do Estatuto Profissional do Pessoal da Polícia Marítima (PM), em 1995, veio trazer aos elementos desta Força Policial o sentimento de Justiça, depois de várias tentativas para calar a luta Associativa. A publicação deste diploma foi o coroar do esforço colectivo de uma Classe, demonstrando que a Polícia Marítima, não podia ser considerada diferente das restantes congéneres. Volvidos 13 anos da entrada em vigor do Estatuto, observamos que, ainda algumas das peças que o deviam regulamentar tardam em ser legisladas, e outras apesar de já o estarem, não são cumpridas. Daqui se extrai: Horário Normal de Serviço Sistema Remuneratório Subsídios de Patrulha e de Piquete Subsídio de Transporte Neste contexto só nos resta continuar a lutar, com a consciência que travamos uma luta desigual. Desigual de meios e de recursos financeiros mas convictos de que a razão nos assiste e que por muito custe a alguns escutar-nos, continuaremos a erguer bem alto a nossa voz, com uma única motivação,
A DIGNIFICAÇÃO DA POLÍCIA MARÍTIMA
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